Maieuticando: A garota que eu costumava ser
20/10/2013
Boletim Informativo – Ano 07, Dezembro de 2013 – Número 04
09/01/2014
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Boletim Informativo – Ano 07, Setembro de 2013 – Número 03

Caro colega, mais uma vez, temos a satisfação de levar à sua tela o Boletim da ABRACEM que tem se destacado não só por seu conteúdo, mas também por sua pontualidade [...]

 

SÚMARIO
Mensagem da Presidência | Editorial | Maieuticando | Artigo | Resenha | Notícias

 

MENSAGEM DA PRESIDÊNCIA

Caro colega,
Mais uma vez, temos a satisfação de levar à sua tela o Boletim da ABRACEM que tem se destacado não só por seu conteúdo, mas também por sua pontualidade.

Nosso site encontra-se na fase final de construção, faltando apenas alguns detalhes de ordem operacional e burocrática. A Diretoria tem mantido suas reuniões mensais e a participação via Skype dos colegas tem sido um desafio, pois nem sempre a tecnologia colabora para garantir conexões ininterruptas.

Os cursos de Formação seguem em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre e a procura para as Formações que acontecerão em 2014 começam a intensificar-se. Observamos também demandas para cursos de Formação em outras capitais o que indica o crescente reconhecimento da qualidade da Formação de Coaches Executivos e Empresariais da ABRACEM.

Convidamos todos os Membros Certificados da ABRACEM a juntarem-se a nós e assim podermos continuar expandindo nossas atividades associativas.

Receba meu cordial abraço,
Rosa R. Krausz

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EDITORIAL

Olá amigos, em mais um número do nosso boletim apresentamos a carta da nossa presidente Rosa Krausz com novidades sobre os cursos da ABRACEM.

Seguido do Maieuticando escrito pela nossa colega Cleila Elvira Lyra que traz uma reflexão sobre a personagem Shirley Valentine e a missão do coaching em contribuir para o protagonismo.

Em seguida a Dra Rosa Krausz nos apresenta o artigo “Coaching Executivo: Isto funciona?”, trazendo resultados de uma pesquisa publicada no Consulting Psychology Journal sobre o coaching executivo.

Em seguida somos brindados pela nossa colega, Liana Gus Gomes com a resenha da obra: “The Psychology of Executive Coaching – Theory and Application” de Bruce Peltier.

E por último mas não menos importante, seguem as ultimas noticias sobre o coaching.

Desejamos colaborar sempre para elevar o nível dos estudos sobre o Coaching Executivo e contamos com nossos parceiros para escrever este boletim.

Obrigada a todos e até o próximo!

Abraços,
Ana Paula Peron
Antônio T. Tupy

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MAIEUTICANDO

A garota que eu costumava ser*

Por Cleila Elvira Lyra

Shirley Valentine** é uma perfeita e tradicional esposa e dona de casa de classe média. Todos os dias arruma a casa, prepara o jantar do marido… Está na faixa de 40 e tem dois filhos que não moram mais em casa. Porém ela está vivendo um momento difícil e acha que sua existência rotineira acabou com seus sonhos de juventude.

No filme ela conversa com a parede… fala da sua vida atual e de como é submissa ao marido e filhos. Nesse diálogo vai relembrando da garota que ela costumava ser. Lembra também que no inicio do casamento eles se amavam, expressavam esse amor, brincavam, se divertiam. Ela vai falando e o filme vai recuperando cenas da sua adolescência, onde na escola ela, que não era a mais inteligente, fazia essas coisas rebeldes que todo adolescente faz quando precisa chamar atenção e não encontra um meio mais natural.

Porém ao longo do casamento, essa garota, que ainda tinha sonhos e energia para reivindicar atenção, acabou aos poucos desaparecendo.

Ela pergunta para a parede: O que aconteceu com Shirley Valentine?
Shirley vai falando e enquanto prepara o jantar toma vinho. Um dia olhando para o copo afirma: tenho um sonho, tomar vinho, sentada de frente para o mar, em um país que cultiva uvas e produz vinhos…

Dizem que devemos cuidar com o que desejamos… e vejam que uma amiga a convida para uma viagem de 2 semanas para Grécia, totalmente paga.

Shirley se recusa, pois acredita que o mundo vai desabar se ela não estiver em casa preparando tudo para o marido, na hora certa. Mas aos poucos vai gostando da ideia e acaba aceitando. Ela tenta falar para o marido, mas ele não consegue sintonizar com o que está acontecendo… e depois de varias cenas engraçadas ela finalmente lhe deixa um bilhete no armário, comida no freezer e se manda com a amiga.

Na Grécia ela vai aos poucos tendo mais coragem de dizer o que pensa e se revela bastante capaz de agir independentemente. Por exemplo, realizou seu sonho de tomar vinho sentada a uma mesa, que solicitou ao dono do restaurante, fosse colocada de frente para o mar. Esse grego, querendo entender o estranho pedido se aproximou e se inicia uma amizade. Essa amizade se torna mais intensa e ela crê que se apaixonou por ele.

No dia de voltar para casa, no aeroporto ela decide deixar a amiga e ficar na Grécia, voltando para a ilha. Oferece-se para trabalhar no restaurante do amigo e assim acontece.

Mas certo dia presencia o amigo cortejando outra turista. Porém imediatamente ela sorri para si mesma, para ele e afirma olhando para a câmera: não voltei por haver me apaixonado por ele eu voltei por haver me apaixonado por mim mesma.

E continua:

Não fazemos as coisas que queremos, fazemos o que devemos fazer e fingimos que isso é o que queremos…

Agora eu quero ficar aqui e ser SHIRLEY VALENTINE… O único romance que tive nessa história foi comigo mesma e voltei a gostar realmente de mim…

Em um diálogo com o marido por telefone. Ele: você não pode ficar fugindo a vida inteira (como se ela estivesse fugindo da vida…).

Ela: exato, agora que estou vivendo, não quero mais fugir.

Vou deixar o final do filme para assistirem…

A partir desse exemplo creio que poucas palavras precisam ser ainda ditas, basta exercitar a imaginação e trocar o lugar do esposo para o superior e da família/casa/rotina para o trabalho…

No meu escritório chegam muitas “Shirleys” (de ambos os sexos)… razão pela qual creio que nosso papel essencial como Coaches é facilitar o protagonismo. Na pratica significa desligar o piloto automático, parar de correr…

Muitos de nós corremos, nos agitamos para que não sobre tempo… pois se sobrar talvez a gente acabe pensando na nossa vida e isso pode ser arriscado…

Podemos descobrir que queremos ser novamente aquela/aquele que fomos um dia.

Ampliar nosso nível de consciência é um caminho seguro para esse fim.

Como? Vivendo na vida, cada momento como se fossem 2 semanas de férias.

Por exemplo: se você fosse caminhar em um parque bonito sabendo que talvez nunca mais voltasse a vê-lo, você caminharia com seu IPOd ouvindo musica? Ou você preferia olhar o lugar… sentir a brisa, observar as pessoas, árvores, animais, tomar um caldo de cana… Será que não faria essa caminhada com toda calma e atenção?

Outro exemplo: Como faria seu ultimo projeto antes daquela promoção?
Isso vale para tudo o que fazemos… Sempre podemos prestar mais atenção… Isso nos reconecta com nossa alma, com a alma do mundo… a alma da vida…

Podemos treinar isso, também, de maneiras mais “técnicas”, por exemplo, pelas artes marciais, dança, yoga, natação… Oferecendo esse tempo a nós mesmos! E, não fazendo nada por obrigação ou mecanicamente. Por exemplo, natação para manter o corpo saudável. Isso é excelente, mas porque não aproveitar para também manter a alma saudável? Através da conexão com sua respiração?

Se persistir vai “cair a ficha”, você vai começar a se notar, vai perceber quem é você, vai se conhecer através de seus limites e facilidades, em cada âmbito e transferir para os outros. Espontaneamente vai entender/discriminar o que gosta e o que faz por obrigação e assim mais…

Vai crescer a força interior e a autoestima…

Vai se interessar pelos outros e pelo efeito que você e seu jeito causam neles…

Vai perceber que tem possibilidade de mudar… basta desejar

E para que? E o que isso tem a ver com coaching?
Tudo… pois coaching é destravar o potencial é se reinventar… Como fazer isso sem se perceber como pessoa? No coaching o foco é passar a ser não apenas o ATOR na sua história, mas como a Shirley, ser o AUTOR dela.

E como a SHIRLEY, vai entender que você é interessante, que sua vida pode ser gostosa… Vai se apaixonar por você mesmo…

A garota que eu costumava ser (letra da musica do Filme Shirley Valentine)
A ave nasceu para voar, nasceu para o momento de alcançar o céu
E todos seus sonhos vão navegando nas suas asas
Mas se ela cair, os sonhos não se quebram
Enquanto os ventos são justos, o céu estará sempre lá (esperando)
A garota que eu costumava ser podia voar, ela era livre.

Você podia ler na luz do seu sorriso
Sim, a garota que eu costumava ser costumava dançar…
Mas ela se foi … Há um longo tempo…
Ela saiu sem nenhum barulho, ninguém notou que ela não estava mais
E somente a lua lembra dela
Os dias se vão, e você começa a se fazer perguntas
E imaginando por quê? Porque os sonhos todos se foram?
Eu acho que é hora de saber…
A garota que eu costumava ser ela podia voar, ela era livre.

E ela escreveu todas as palavras da sua musica
Sim, a garota que eu costumava ser costumava dançar
E eu sinto que ela se foi há tempo demais
Eu gostaria de uma chance de ser a garota que eu costumava ser.

** Shirley Valentine – Filme Comedia, coprodução: Inglaterra / EUA. 1989. Direção: Lewis Gilbert , atores: Pauline Collins como. Shirley Valentine – indicada ao Oscar de melhor atriz, Tom Conti… Bernard Hill

*Titulo da música do filme Shirley Valentine. Composta por Alan Bergman, Marilyn Bergman, Marvin Hamlisch.

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ARTIGO

Coaching Executivo: Isto funciona? 

Por Rosa R. Krausz

Uma pesquisa publicada no Consulting Psychology Journal (1) apresenta resultados de um projeto de desenvolvimento de Executivos realizado por uma indústria farmacêutica global utilizando Coaching Executivo.

Deste projeto participaram 114 executivos, tendo feito, cada um deles, 12 sessões de coaching.

Os benefícios, tais como avaliados pelos próprios participantes, foram os seguintes:

1.Eficácia na gestão de pessoas
# Ampliação do auto conhecimento/compreensão das próprias forças.
# Melhoria nos resultados na gestão dos imediatos.
# Melhoria de resultados na gestão dos clientes internos.

2.Relacionamento com Gerentes
# Melhoria da comunicação e do feedback.

3.Estabelecimento de objetivos e prioridades.
# Aumento da capacidade de definir metas de desempenho.
# Aumento da capacidade de estabelecer objetivos com os imediatos.

4.Envolvimento e produtividade
# Mais produtivo e adaptável ao ambiente de trabalho.
# Mais satisfeito.

Lloyd Raines (2), em seu artigo sobre Coaching de Liderança Integral, ao analisar dados referentes a 50 executivos clientes seus, escreve: “questões abordadas no processo de Coaching estão relacionadas com o aperfeiçoamento da comunicação e seu impacto na eficácia da liderança. Este aperfeiçoamento abrange habilidades como ouvir, fazer perguntas, dialogar, desenvolver a coesão da equipe, obter resultados, cultivar a inteligência do grupo e não, simplesmente, conduzir reuniões”.

O processo de Coaching Executivo e Empresarial tem a ver com a co-construção de pontes que facilitem a caminhada em busca do desenvolvimento, da reflexão, da aprendizagem constante que constituem o motor da transformação e da autonomia do Coachee.

São estes aspectos que distinguem e caracterizam o Coaching Executivo e Empresarial das incontáveis versões de Coaching em geral, muitas das quais se reduzem a mera utilização de ferramentas que desconsideram a especificidade de cada Coachee e de seu contexto.

O Coaching Executivo e Empresarial acontece em cenários organizacionais complexos e diferenciados, marcados por condições não convencionais tais como instabilidade constante, rotatividade de pessoas, desencontros entre gerações, seus valores, objetivos e modus operandi, ciclos de vida reduzidos dos que ocupam posições de liderança, obsoletismo precoce da força de trabalho.

Coaching Executivo e Empresarial pressupõe uma visão ampliada e sistêmica do indivíduo, considerado como a menor unidade do sistema dinâmico e mutante que é uma organização produtora de bens e serviços.

Ao alterar/minimizar/eliminar a atuação disfuncional das pessoas no ecossistema de trabalho no qual estão inseridas, esta alteração tenderá a repercutir na natureza e qualidade dos relacionamentos entre elas, bem como no micro clima do em torno, nos níveis de auto motivação das pessoas, impactando direta ou indiretamente na funcionalidade da organização.

Por estas razões não basta a mera aplicação de técnicas e ferramentas, pois o processo de Coaching Executivo e Empresarial, em virtude de sua profundidade lida não com o óbvio, mas sim com o implícito, com valores e conceitos que muitas vezes passam desapercebidos pelo próprio Coachee.

Considerando-se que os processos de Coaching Executivo e Empresarial atendem, em boa parte, demandas dos que ocupam posições na cúpula das organizações, criam-se oportunidades para introduzir elementos da “cultura de coaching” caracterizada por fatores como flexibilidade e sensibilidade, elementos necessários para a sobrevivência das empresas.

Hoje, a função das lideranças empresariais é “saber fazer acontecer”, isto é, vislumbrar alternativas de ação, atuar em situações de ambiguidade e incerteza, integrar as pessoas em equipes produtivas, promover os valores da organização e a identificação com a missão da empresa, manter o corpo de colaboradores preparado para os desafios de um futuro que se inicia a cada novo dia.

Um estudo realizado pela Sherpa Coaching (3) com 700 profissionais americanos e canadenses da área de RH nos traz alguns dados relevantes:

1. As organizações têm ampliado as oportunidades de participação em processos de Coaching para os níveis gerenciais quando no passado tal disponibilidade era restrita aos executivos principais.

2. Segundo os entrevistados, a demanda de Coaching encontra-se em ascensão.

3. O Coaching Executivo tende a ser mais utilizado de forma preventiva (desenvolvimento de lideranças) do que curativa (resolver problemas pontuais do Coachees).

4. Algumas empresas começam a entender o Coaching Executivo como uma intervenção estratégica que trará resultados curto prazo, mormente se estiver alinhada com outras relacionadas com gestão de pessoas.

Os Coaches Executivos têm um grande desafio e um caminho a percorrer. Ressalto aqui dois pontos:

O primeiro refere-se ao preparo e consequente competência para prestar serviços de elevado nível de qualidade e expertise profissional. Nossa posição neste quesito tem sido fartamente defendida toda a vez que surge uma oportunidade. Lembro que Coaching Executivo é uma atividade profissional com fim acentuado por um componente de vocação.

O segundo refere-se à necessidade de informar o cliente a respeito do que é e para que serve o Coaching Executivo e disponibilizar informações fidedignas para quem busca este tipo de intervenção.

Observa-se uma falta de fontes confiáveis que possam orientar potenciais clientes na busca de serviços de Coaching Executivo. A poluição existente no mercado hoje é, no mínimo, preocupante. Empresas que oferecem treinamentos breves e inespecíficos, que prometem trabalho, que vendem pacotes de sessões e reconhecimento internacional se multiplicam e não favorecem a credibilidade dos processos de Coaching.

Informações adequadas, seleção e formação primorosa dos profissionais, seleção criteriosa dos Coaches Executivos e Empresariais a serem contratados, entre outras medidas, são fatores relevantes para apressar o processo seletivo que naturalmente ocorrerá ao longo do tempo e contribuirá para distinguir o joio do trigo.

Caberá a nós, que buscamos alcançar níveis cada vez mais elevados de excelência profissional, engajarmo-nos nesta missão e assim contribuir para a criação de elevados padrões de credibilidade, confiabilidade e competência dos Coaches Executivos e Empresariais.

 

REFERÊNCIAS

Kombarakaran, F.F.et. al. (2008). Executive Coaching: It Works! Consulting Psychological Journal 60 (1), 78-90.

Raynes, L. (2007). Integral Leadership Coaching: A partner in sustainability. Integral Leadership Review VII (2)- March.

Sherpa Executive Coaching Survey 2011 – www.sherpacoaching.com

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RESENHA

The Psychology of Executive Coaching

Por Liana Gus Gomes

Como parte de meu constante processo de estudo no tema de Coaching Executivo, venho me deparando com o uso cada vez mais constante da leitura e entendimento psicodinâmico que a Psicologia agrega aos processos de Coaching Executivo que venho conduzindo.

Neste sentido, minhas leituras atuais estão muito centradas neste tema e um dos livros que está me chamando a atenção é “The Psychology of Executive Coaching – Theory and Application” de Bruce Peltier.

Nele o autor traz o que e como as várias teorias da psicologia podem contribuir para a prática do Coaching Executivo, o que na opinião do autor não está presente na maioria dos livros que abordam o tema do Coaching.

O livro foi escrito como uma forma de prover uma base conceitual para o Coaching Executivo. Ressalta, no entanto, que os conceitos e métodos psicológicos devem ser primeiramente transpostos para o mundo corporativo antes de serem aplicados neste ambiente.

O livro inicia com um capítulo sobre “Assessment”, ponto inicial, na opinião do autor, para um bom processo de Coaching. Neste capítulo o autor aponta 5 formas de se conduzir um processo de Assessment, a saber : Multifocal ou 360, Instrumentos Feitos em Casa, Entrevistas, Observação Comportamental Direta e Instrumentos Formais.

Nos capítulos seguintes o autor descreve as várias teorias do desenvolvimento psicológico e suas aplicações, iniciando por uma breve história de cada uma delas e a descrição de seus pressupostos essenciais. São apresentadas a abordagem Freudiana, as contribuições de Jung, o desenvolvimento cognitivo de Piaget e a teoria de Erickson.

Em todas elas o autor se preocupou em apresentar como cada modelo pode ser aplicado na boa condução dos processos de Coaching.

Em seguimento o autor traz as contribuições das pesquisas em Psicologia Social, enfatizando o poder do contexto social no comportamento humano, as contribuições da hipnose, da inteligência emocional, lições do Coaching esportivo, a prática do Coaching para mulheres, noções de psicopatologia e aborda pontos da literatura em liderança diferenciando a liderança do gerenciamento.

Ao final, mas não menos importante, o autor levanta uma discussão extremamente importante sobre códigos e princípios éticos envolvidos no Coaching Executivo.

A leitura deste livro reforçou minha percepção e sentimento constantes em minha prática como Coach Executiva. Cada vez mais acredito que o sucesso na condução de processos de Coaching Executivo está em integrar o pensamento analítico/dinâmico, sem no entanto “patologizar” o Coachee ou a relação. O objetivo é pensar analiticamente e agir proativamente.

O entendimento psicodinâmico com certeza nos auxilia a identificar bloqueios, resistências e impasses com os quais nos defrontamos na condução de processos de Coaching. Não nos cabe como Coaches Executivos fazer grandes e profundas interpretações em relação a eles, mas sem dúvida, o entendimento destes pelo Coach é fundamental para o sucesso na condução dos processos.

 

REFERÊNCIA

PELTIER, BRUCE. The Psychology of Executice Coaching – Theory and Application. Second Edition. New York: Taylor & Francis Group, 2010.

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NOTÍCIAS

Notícias: Coaching Executivo Empresarial no Brasil

ACONTECENDO

1 – Cursos

Encontram-se abertas as inscrições para os cursos de Formação de Coaches Executivos e Empresariais reconhecidos pela ABRACEM de 2014.

Solicitamos aos interessados que enviem a ficha de pré-inscrição (que se encontra no site da ABRACEM) e o CV completo para rokra@terra.com.br.

Os cursos serão realizados em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

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