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Boletim Informativo – Ano 02, Junho de 2008 – Número 02

Caro(a) colega, mais uma vez chegamos a você através do nosso Boletim informativo número 3, para po-lo (a) a par do que se passa na ABRACEM. Gostaria de partilhar com vocês algumas novidades e conquistas cujos detalhes encontram-se [...]

 

SÚMARIO
Mensagem da Presidência | Editorial | Maieuticando | Artigo | Resenha | Coaching em Perspectiva | Notícias | 1º FOCO – Fórum de Coaching Executivo e Empresarial

 

MENSAGEM DA PRESIDÊNCIA

Caro (a) colega,

Mais uma vez chegamos a você através do nosso Boletim informativo número 3, para po-lo (a) a par do que se passa na ABRACEM.

Gostaria de partilhar com vocês algumas novidades e conquistas cujos detalhes encontram-se nas páginas a seguir.

A primeira delas é que realizaremos em 22/23 de outubro próximos o 1º FOCO – Fórum de Coaching Executivo e Empresarial em Curitiba, num local privilegiado que será anunciado em breve. Trata-se de um evento sonhado desde a fundação da ABRACEM em 2005, que agora se concretiza.

Para tanto contamos com a adesão inestimável de nossa vice-presidente, Cleila Lyra, com o entusiasmo de Rosane Schinkmann que assumiu a Coordenação Científica do evento, Vânia Bruggemann que se ofereceu a colaborar em tudo que estiver ao seu alcance na Comissão Logística e Mari Martins que ficou responsável pela Comissão de Finanças. Além disso, contamos com o apoio constante de Fabio Michelete, nosso diretor de Ética que,, além de cuidar do nosso site, é uma espécie de coringa da ABRACEM.

Mas precisamos de mais corações e cabeças para assegurar o sucesso do 1º FOCO, pois temos apenas seis meses de tempo disponível.

Outra informação relevante é a sedimentação de nossa imagem como uma associação ética e confiável, referência para quem procura profissionais competentes. Para levarmos adiante esta nossa missão, necessitamos da colaboração de cada um dos associados, seja através de seu envolvimento na vida associativa da ABRACEM, seja no cumprimento de suas obrigações com a entidade ou fazer através de idéias e sugestões, propostas que contribuam para o crescimento saudável de nossa comunidade.

A outra notícia, que comprava a anterior é a crescente procura pelos cursos de formação, que, apesar dos pré-requisitos para o ingresso, tem provocado “fila de espera”, tornando todos nós co-responsáveis pela manutenção do nosso alto nível de competência.

Contamos com você e seu entusiasmo. Partilhar é aprender, participar é crescer!

Receba o meu mais cordial abraço,
Rosa R. Krausz

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EDITORIAL

Colegas,

Festejamos com vocês nosso boletim ABRACEM nº 3. Neste número temos a colaboração de mais colegas, indicando o gradativo avanço da nossa ABRACEM.

O Coaching Executivo e Empresarial focaliza a aprendizagem e o desenvolvimento de profissionais que atuam em organizações em posições estratégicas na rede social, de tal modo que os efeitos do processo de Coaching se desdobra por toda a cadeia de relacionamento do coachee. Assim este tipo de coaching é uma ação que incide sobre a cultura da organização.

Tendo em vista od efeitos das intervenções de coaching na cultura da organização, iniciaremos uma nova sessão: Coaching em Perspectiva. Nesse espaço publicaremos testemunhos de dois diferentes atores de coaching: Um olhar de quem contrata, e Um olhar do coachee. Pretendemos assim, oferecer um espeço para que sejam veiculadas as percepções sobre os efeitos da atuação do Coach, sejam eles positivos ou negativos. Nosso intuito é aprimorar a prática da “arte de ser coach”, nos inspirando nos sucessos e aprendendo com nossas falhas. A intenção é relatar aspectos positivos e trazer para discussão processos mal sucedidos qualquer que seja o motivo.

Assim, aprenderemos com as intervenções não tão bem sucedidas nossas e de nossos colegas, respeitando o sigilo e apresentando exemplos reais e factuais a serem observados com intuito de melhoria de nossa formação e atuação profissional.

Inauguramos a sessão com Um olhar de quem contrata, escrito pela nossa colega Sonia Gurgel, Gestora de Pessoas da Volvo do Brasil e que compartilha conosco sua impressão sobre os benefícios do coaching para sua empresa e para seus gestores.

Nossa formação não se esgota com a conclusão de um curso e mais um montante de horas de supervisão com um coach máster. Ela se estende por toda nossa vida profissional e se completa com nossa expesição através dos grupos de estudo, das participações como apresentador ou participante dos fóruns, ou seja, com a possibilidade de mostrarmos nossos posicionamentos e recebermos feedbacks a respeito.

A formação de um coach é um processo continuo e aberto, como era o modo de ser dos filósofos (e astrônomos, físicos, médicos, e outros, quase todos nascidos da filosofia) que participam da ágora grega, onde o diálogo e a maiêutica eram metodologias essenciais.

Continuemos nós, pois a expor nossos pensamentos e práticas e participemos para nos fortalecer.

Vamos manter também, no nosso Boletim, um espaço para divulgar o nosso 1º FOCO – Fórum de Coaching Executivo e Empresarial, que tem como tema central: Onde estamos e para onde vamos?, um assunto tão caro e tão importante, merecedor de toda atenção.

Agradeço as valiosas contribuições dos colegas para a viabilização deste Boletim ABRACEM nº 3 e desejo a todos uma proveitosa leitura!

Cleila Elvira Lyra

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MAIEUTICANDO

Por JSC

Com o nome, gerúndio de um verbo inventado, maieuticar indica, este é um espaço consagrado a indagações dobre questões que “nos trabalham” ou que não cessam de não se responder sobre coaching executivo e empresarial.

Tenho uma questão que retorna de tempos em tempos e que decidi compartilhar com vocês colegas. Tenho insistido quando dos meus contatos nos clientes que seus pretensos coachees devem conhecer alguns coaches antes de contratar um deles, pois a liberdade da escolha é de extrema importância para a efetividade do processo, uma vez que este se dá a partir de uma aliança. Considero este tema, a arte da construção de uma aliança entre coach e coachee, crucial e mais ainda, tão belo e tão delicado que vale a insistência.

Entretanto percebo que nas organizações, via de regra, existem algumas atitudes e ações diferentes em relação a tal condição (a liberdade de escolha). Entre as que mais me preocupam estão a compra de pacotes envolvendo alguns aspectos:

  • Coaching faz parte de um pacote de programa maior envolvendo Desenvolvimento de Liderança ou Desenvolvimento Gerencial, ou algo parecido.
  • Coaching vem embalado em um número fixo de sessões.
  • Coaching é a indicação que acompanha o pacote de Avaliação de Desempenho (em seus muitos nomes).
  • Pacotes de coaching de um mesmo coach.

Será que alguns dos usos e costumes acima citados são eficazes? Haveria prejuízo para o coachee e indiretamente para a organização, nessas práticas?

Sobre o fato do coaching fazer parte de um pacote de um programa maior envolvendo algum programa de Desenvolvimento. A intenção é ótima, mas será que a forma é a melhor? Afinal nós não defendemos que o coachee deve não somente desejar, mas realmente demandar um coaching, para que ele seja efetivo? Sabemos que o compromisso do coach é o principal ingrediente desse processo, então, será que quando ele chega empacotado, vem no momento oportuno e nas condições adequadas? Em um grupo de 20 gerentes, todos estarão com a mesma prontidão para embarcar nessa aventura? Sabemos que o processo de coaching exige coragem do coachee para conscientizar-se de sua condição atual e vontade de dar passos na direção escolhida por ele. Mas tem um gerente nessas circunstâncias condições morais de recusar? Cabe a nós coaches entender e avaliar tal decisão de participar no coaching? Mas e o que fazer quando notamos que um gerente está apenas “politicamente correto”, aceitando sem desejar? Ou nos cabe sermos criativos e ajudarmos um gerente, que veio em um pacote, a escarafunchar algum desejo escondido e apoia-lo na alavancagem da motivação para faze-lo crescer?

Sobre o pacote que vem embalado em número fixo de sessões, creio ser mais fácil, pois atualmente já está mais compreendido que não é possível prever a duração de um processo. Entretanto algumas empresas gostam de comprar um montante de horas, em virtude de questões burocráticas relacionadas a previsão e pagamento. Como devemos deixar claro que o procedimento burocrático financeiro não tem nada a ver com o processo que acontece entre coach e coachee? Ou não devemos aceitar tal acordo burocrático, pois afinal ele pouco significa.

Sobre o coaching como indicação do pacote de Avaliação de Desempenho, ou seja, como tratamento de um problema. Ora, uma tal situação apresenta o coachee ao coach em uma posição de inferioridade, o que é bastante prejudicial, trazendo para o centro da relação uma problemática adicional. Nesses casos parece não restar alternativa que investir algumas sessões na abordagem dessa sensação de devedor do coachee. Existiria outra saída? E nos casos em que ele está tão acostumado a ser inferiorizado, pois a empresa sempre tem razão, e ele nem sequer se dá conta da situação? Por outro lado, como iniciar um processo de coaching se sabemos que nosso parceiro está com uma asa quebrada? Estará ele livre para se perceber, se conscientizar e escolher as competências que julgar importantes desenvolver, ou virá ele com um pacote de recomendações do RH ou da sua chefia? O que devemos fazer nesses casos?

Finalmente, sobre a contratação de um pacote de coaching de um mesmo coach para todos os coachees da companhia? Poderia haver algo mais diretivo e restritivo do que isto? Será que as empresas que contratam somente um coach entendem a delicadeza desse vínculo? Penso que as organizações que assim agem subestimam o peso e o valor da aliança no processo de transformação pretendido. Seria sensato propor que a organização ofereça pelo menos três alternativas a cada coachee e que cada um tenha liberdade de escolha?

Embora tenha algumas sugestões de respostas, prefiro deixar em aberto ao convite já posto, para que mais colegas se manifestem.

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ARTIGO

Como o Qualificações e missão de um coach externo, porque as empresas e os indivíduos buscam cada vez mais o coaching? 

Por Philip Dwyer

Com a crescente aceleração do ritmo das mudanças no mundo atual, as empresas e as pessoas vêm sentindo cada vez mais a necessidade de apoio de profissionais experientes que possam, com processos específicos e produtivos, apoiar o desenvolvimento individual, tanto na vida profissional quando na vida pessoal.

Este tipo de profissional, denominado Coach, exerce uma das atividades de Gestão de Recursos Humanos que mais cresce na atualidade.

Coach: Qualificações

  1. Conhecimentos e habilidadesAptidões para apoiar o cliente na exploração do auto-conhecimento. Bom pensador e redator para estimular planos de desenvolvimento individuais.
  2. PersonalidadePaciência, saber ouvir com atenção para poder avaliar e aconselhar bem. Energia, otimismo, empatia, crítica construtiva para o enriquecimento do cliente. Leal, discreto e confiante, ter crença que o Homem é o centro da carreira.
  3. Formação acadêmicaAmpla, para dar várias visões ao cliente.Continuar auto-desenvolvimento.
  4. Nível de experiência desejadoGlobal – indústria, comércio e serviçoc. Linha e staff RH.
  5. Espírito e missãoPossui sentido de missão, é ético; age de acordo com o que prega.Qual é então, a missão do Coach?Missão
  • Apoiar o desenvolvimento da autocrítica e auto-conhecimento;
  • Apoiar a definição de objetivos de curto, médio e longo prazo, dentro do conceito de missão;
  • Discutir etapas de carreira de modo cuidadoso;
  • Ajudar a reforçar auto-estima e confiança;
  • Mostrar como criar oportunidades de empregabilidade permanente;
  • Apoiar clientes a serem profissionais competentes, aprendendo o novo e desaprendendo, quando necessário, o velhor (gestão de mudança).

Cumprir a profecia: “Cuide das pessoas e os resultados cuidarão de si mesmos.”

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RESENHA

“Excellence in Coaching” de Jonathan Passmore

Por Rosa R. Krausz

Excellence in Coaching é uma coletânea de artigos produzidos por conhecidos especialistas, cuja contribuição tem sido relevante para estabelecer alguns princípios e diretrizes do coaching executive e empresarial como uma atividade professional.

Dentre eles destacamos Sir John Whitmore, um dos instrutores do coaching no mundo empresarial, Graham Alexander, um dos mais respeitados iniciadores no coaching empresarial no reino unido, Anthony Grant, criador da disciplina de Psicologia de Coaching na Universidade de Sidney e Katherine Tulpa, fundadora e presidente da Association of Coaching, Inglaterra.

O livro foi organizado em três segmentos: Fundamentos do Coaching, Coaching nas Organizações e Conduzindo sua atividade de Coaching. Cada um deles oferece material relevante para a compreensão do alcance, na variedade de abordagens e quadros de referência teórico-práticos utilizados no processo de coaching.

Os temas abordados propiciam, ainda a oportunidade de reflexão sobre os aspectos éticos do relacionamento com o coachee e os stakeholders e sobre a necessidade de aprendizagem contínua do Coach, possibilitando o contato com o pensamento dos profissionais europeus que atuam em coaching, cuja linha de atuação enfatiza a importância do contexto e da transculturalidade.

Passmore enfatiza, na sua introdução, a importância de uma discussão serena, fundamentada e objetiva a respeito do processo de formação de Coaches, a necessidade de uma formação e supervisão que garantam a competência profissional e a noção clara que diferentes especialistas de coaching exigem habilidades específicas, ou seja, a competência numa especialidade não garante a competência em outras.

Entendemos que esta última é de primordial importância no processo de formação do coach executivo e emppresaria, pois seu campo de atuação, o das organizações produtoras dee bens e serviços, é complexo. Além das questões do coachee, requer que se considere todo o sistema organizacional no qual ele está inserido e do qual é parte integrante.

Excellence in Coaching nos faz um convite irrecusável de ampliação de horizontes, uma viagem através da diversidade de questões, pontos de vista, estilos, teorias e práticas, uma forma eficaz de aprendizagem e transformação pessoal e profissional.

Como escreve John Whitmore no prefácio “Num nível mais profundo, quando realizado adequada e responsavelmente, (o coaching) contribui para que as pessoas, no decorrer de sua jornada evolutiva em direção a níveis mais altos e mais profundos, descubram quem elas realmente são.” (p. XV).

 

REFERÊNCIA

Jonathan Passmore (org.) Excellence in Coaching. Londres: Kogan Page Limited, 2006.

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COACHING EM PERSPECTIVA

Um Olhar de Quem Contrata – Volvo do Brasil

Por Sonia Gurgel

Por que mais e mais empresas estão utilizando esse processo para desenvolver suas lideranças? É mais um modismo?

O que podemos observar, na prática, é que trata-se de uma ferramenta poderosa, utilizada desde a antiguidade pelos filósofos e transportada para o mundo empresarial a partir da 2ª metade do século passado. Tida como uma metodologia cara, demorou para ser entendida, pela comunidade RH, quanto à sua potência e resultados e desmistificada em relação à adequação custo versus benefício.

Na era em que se prega necessidade de customização de produtos e serviços de modo a satisfazer, encantar e fidelizar o cliente, nada mais natural do que termos empresas, processos personalizados de desenvolvimento de lideranças e das pessoas envolvidas.

Percebemos que os custos dos processos coletivos estão cada vez mais altos, enquanto que a sua efetividade se torna cada vez mais questionável com participação bastante baixa do público-alvo. Será que a mesma solução, a mesma data, o mesmo facilitador e a mesma metodologia são adequadas a todo o quadro de altos executivos, médias lideranças e potenciais líderes? Concluímos há alguns anos que não. Passamos então, a oferecer na Volvo, um menu extenso e variado de ações de desenvolvimento, dentre as quais o Coaching Executivo e Empresarial.

Os nossos bons resultados obtidos com a disponibilização do Coaching Executivo às lideranças, desde 2002, nos aponta vários fatores importantes que têm motivado sua utilização crescente no decorrer dos anos, dentre os quais destacamos: a) opção avaliada como altamente flexível e customizada confirme necessidades; b) criação de parcerias de qualidade com foco específico em objetivos de desenvolcimento, entre coachee, coach, RH e superior imediato; c) desenvolvimento pelos “coachees”, através do auto conhecimento, de percepções mais aguçadas dos ambientes empresariais, resultando em leituras menos equivocadas das situações e ações/reações mais adequadas; d) transformações rápidas e efetivas nos relacionamentos com pares, equipes e outras pessoas/áreas de interface, gerando maior colaboração; e) auto-estima, motivação e comprometimento elevados por parte dos profissionais envolvidos que reconhecem o investimento realizado “sob medida”, se sentem diferenciados e mais comprometidos com a empresa; f) mais agilidade para fortalecimento de uma cultura de aprendizagem e seus valores; g) maior consciência, via auto conhecimento, dos profissionais quanto aos aspectos pessoais – personalidade, preferências, estilo, interesses e valores – nas decisões para a sua realização profissional, buscando alinhamento com o ponto chave de todo o sucesso e bom desempenho que é a felicidade, h) priorização e seleção das melhores alternativas para seu desenvolvimento de carreira, de suas habilidades como líder e, como consequência, do seu desenvolvimento como ser humano.

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NOTÍCIAS

Notícias: Como anda o Coaching Executivo e Empresarial

NO MUNDO

Um levantamento realizado entre novembro e dezembro de 2007 pela empresa Sherpa Coaching, nos traz um retrato atualizado das atividades de coaching executivo e registra algumas tendências que valem a pena ser consideradas por quem atua ou planeja atuar nesta área.

Dentre estas tendências destacamos a seguintes:

  1. Trata-se de uma atividade que está retendo os profissionais que atuam na área há 5 anos e mais anos. A porcentagem sobre o total de entrevistados quase dobrou nos últimos 3 anos. No primeiro levantamento realizado em 2005 a porcentagem de “veteranos” representava 35% do total de entrevistados, tendo no passado para 50% em 2006 e para 59% em 2007 enquanto o número de “novatos” – com um ano ou menos de atividade passou de 12% em 2005 par 7% em 2007.
  2. As sessões presenciais foram consideradas as mais eficazes por 72% dos Coaches Executivos, por 90% dos que contratam/compram os seus serviços e por 92% dos profissionais de RH e treinamento. Interessante que, embora exista hoje a possibilidade de usar Skype ou Messenger com câmera, que permite que as pessoas se vejam, além de se ouvir, menos de 1% dos entrevistados pratica a “conversa remota”.
  3. O Coaching Executivo está adquirindo uma característica de intervenção proativa em detrimento da reativa/curativa, ou seja, 50% dos entrevistados consideram que a razão é o desenvolvimento de liderança, enquanto 32% vêem o Coaching como ferramenta para evitar/solucionar dificuldades e problemas e 19% uma intervenção para apoiar períodos de transição dos executivos, isto é, promoções, transferências, contratações.
  4. Quanto aos clientes, quase metade das organizações disponibilizam coaching para todos os gerentes, enquanto a outra metade limita a participação para alta gerência e os executivos.
  5. Quanto a credibilidade atribuída ao coaching pelos profissionais de RH, 16% considera que é muito alta, 59% que é média, 22% que é medíocre e 3% que é baixa.
  6. A valorização do treinamento e da certificação está aumentando. Dentre os que contratam os serviços de coaching e os clientes de coaches executivos, 84% acham que esta condição “absolutamente essencial” ou “muito importante”.

Será realizada em Dublin, entre 7 e 11 de julho de 2008 a Global Convention on Coaching (GCC), evento que se propõe a reunir coaches no mundo inteiro para discutir o futuro desta atividade.

A WABC indicou vários profissionais para representar o Coaching Executivo e Empresarial, dentre eles Rosa Krausz, presidente da ABRACEM, como Membro do Grupo Consultivo que tratará de questões relacionadas com Diretrizes de Treinamento para Programas de Graduação/Formação.

Além disso, o Grupo Consultivo terá oportunidade de colaborar também em temas relacionados com o Status Profissional do Coach Executivo e Empresarial.

Para mais informações sobre o evento, visitar: http://www.coachingconvention.org

 

NO BRASIL

– A Revista Vida Executiva de dezembro de 2007 publicou uma reportagem, Quando o céu é o limite (pgs. 58-62) a respeito de Coaching. Uma das entrevistadas, Rosa Krausz, teve a oportunidade de dar esclarecimentos a respeito da ABRACEM, como entidade que congrega os profissionais cuja formação ela reconhece. Informou-se também, como é feita a seleção dos candidatos a Formação de Coaches Executivos e Empresariais, e como localizar tais profissionais através do site da ABRACEM.

– No mês de março, a convite dos participantes do Grupo de Estudos de Coaching do Conselho Regional de Administração – SP, Rosa Krausz fez uma palestra sobre “Conceitos de Coaching”. O debate, após a apresentação, indica oo crescente interessa pelo Coaching Executivo e Empresarial entre os profissionais que atuam na área de Gestão de Pessoas.

– No mês de fevereiro de 2008, a convite de IBQP – Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade aconteceu uma Manhã Produtiva sobre Cultura de Coaching nas Organizações, sob a coordenação de Cleila Elvira Lyra. Estiveram presentes mais de 50 participantes oriundos de diversas organizações da Região Metropolitana de Curitiba, que chamou atenção foi o relativo desconhecimento que ainda existe no âmbito das organizações, ou seja, entre nossos clientes, a respeito primeiro do que é coaching e em decorrência das diferenças entre coaching, coaching executivo e empresarial, mentoring e counseling (aconselhamento).

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1º FOCO – Fórum de Coaching Executivo e Empresarial

Coaching Executivo e Empresarial: Onde estamos e para onde vamos?

Curitiba, 22 e 23 de outubro de 2008

Este evento, primeiro do gênero no Brasil, será um espaço no qual Coaches Executivos e Empresariais, profissionais de RH e demais interessados se encontrarão para juntos discutirem o estado da arte, as tendências que se delineiam para o futuro, as experiências brasileiras e o processo de preparação e formação de Coaches capacitados para atender a crescente demanda de uma mercado cada vez mais exigente e desafiador.

O 1º FOCO é uma realização da ABRACEM – Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial, entidade sem fins lucrativos, que reúne um seleto grupo de profissionais empenhados em contribuir para o desenvolvimento de uma comunidade de aprendizagem, propiciando a manutenção e a expansão de suas competências pessoais e profissionais.

Convidamos todos os colegas interessados a participarem, enviando suas propostas de apresentação de trabalhos, para a Comissão Científica.

O elenco de atividades previstas é o seguinte:

Palestra

Mesa Redonda – diálogos a partir de olhares distintos

Apresentação/discussão de casos

Depoimento de clientes e coaches

Debates em plenário

O filme como recurso didático na formação do CEE

As intenções de participar de alguma atividade como apresentador/debatedor, deverão ser encaminhadas à Comissão Científica até dia 30 de julho. Os trabalhos a serem apresentados deverão ser enviados, em três vias acompanhadas do mini-currículo do autor, para a mesma comissão, até dia 30 de agosto. Sobre mais detalhes, favor contatarem a Coordenadora da Comissão Científica, Rosane Schikmann, no email: r.schinkmann@gmail.com

Contamos com a sua preciosa colaboração.

Informações sobre inscrições, local do evento e programa serão divulgadas no próximo folder.

Cordiais saudações,
A Comissão Organizadora

Organização: ABRACEM
Apoio: FIEP, UNINDUS, ABRH-PR

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